O Tribunal de Execução de Penas emitiu uma ordem de libertação imediata a Marco Aragão, indivíduo condenado por enviar uma carta com ameaças de morte e uma bala ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, em outubro de 2022.
Marco Aragão foi condenado a internamento compulsivo em novembro de 2023. O caso remonta a outubro de 2022, quando o Chefe de Estado recebeu uma carta anónima contendo uma bala, um telemóvel e uma exigência de um milhão de euros, que deveria ser transferido para uma conta bancária especificada no documento.
Durante o julgamento no Juízo Central Criminal de Lisboa, o arguido justificou as suas ações alegando um desequilíbrio na sua medicação e a intenção de prejudicar um primo. Marco Aragão afirmou ter escrito a carta com ameaças ao Presidente da República e incluído dados do seu primo Valter com o objetivo de criar problemas judiciais para este último.
O Presidente da República, em declarações à CMTV, referiu ter recebido mais ameaças durante o período em que apresentava programas de televisão na RTP e na TVI do que durante a sua permanência em Belém. Marcelo Rebelo de Sousa não se encontrava no Palácio de Belém no momento da receção da carta.
Fonte: Sicnoticias Pt
