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Governo Moçambicano Prevê Assinar em Março Contrato para Porto Seco de Dondo com Investimento de 110 Milhões de Dólares

O director Nacional de Logística, Fernando Ouana, anunciou que o Governo de Moçambique prevê assinar em Março o contrato de concessão para a construção do Porto Seco de Dondo, na província de Sofala, região Centro do país. O investimento está avaliado em 110 milhões de dólares.

Segundo declarações do responsável, o contrato de concessão deverá ser assinado dentro de uma ou duas semanas. Está previsto que as obras possam iniciar dentro de aproximadamente um ano, com uma duração estimada de pelo menos dois anos, conforme o tempo consensualizado para o início das actividades no porto.

A área total do Porto Seco de Dondo é de 200 hectares, sendo que a fase inicial de desenvolvimento ocupará 115 hectares. A expectativa é que a infra-estrutura possa manusear cerca de cinco milhões de toneladas por ano de mercadoria dentro do terminal, com possibilidade de progressão para volumes maiores ao longo do tempo.

O volume de investimento para a edificação deste projecto está estimado em cerca de 110 milhões de dólares, financiados em regime de Parceria Público-Privada (PPP) pelas empresas Portos e Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM) e Union Port Link, com participação dos Conselhos Empresariais da Beira e do distrito de Dondo.

Em Novembro do ano passado, o Ministério dos Transportes e Comunicações indicou que o Porto da Beira desempenha um papel estratégico na cadeia logística nacional e regional, servindo de plataforma para o escoamento de mercadorias com destino a países como o Zimbabué, Zâmbia, Maláui e República Democrática do Congo.

O aumento da procura por parte destes mercados tem gerado congestionamentos no armazenamento e nas vias de acesso, criando filas à entrada e saída do porto e afectando a eficiência operacional e a segurança rodoviária no corredor logístico da Beira.

Face a este cenário, o Executivo considera necessária a criação de um terminal logístico em Dondo para descongestionar a actividade portuária, reforçar a capacidade de armazenamento e melhorar o fluxo de cargas.

Fonte: Diarioeconomico Co Mz

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